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Entra ano, sai ano e podemos ter certeza de algumas coisas: teremos um filme de ação tosco, um filme de uma adaptação de um livro de romanc...

Jurassic World: Reino Ameaçado - Ainda há espaço para Jurassic Park

Entra ano, sai ano e podemos ter certeza de algumas coisas: teremos um filme de ação tosco, um filme de uma adaptação de um livro de romance teen, teremos filmes que diremos "esse merece o Oscar", teremos mais filmes de super-heróis, mais terror fraco. Mas existe espaço para um Jurassic Park ainda na indústria do cinema?

Jurassic Park talvez seja um dos filmes que mais gosto de revisitar, sempre muito divertido e aventureiro; o primeiro filme estreou em 1993, não era nem vivo, a tecnologia não era tão avançada quanto hoje, mesmo assim o filme me é muito querido, os efeitos visuais ainda são incríveis e o clima de tensão e aventura permanecem, a trilha sonora é tão marcante que até hoje procuro ouvi-la no youtube. Mas viver em 93 não é bom, precisamos nos atualizar, certo?

2015 estreava um novo arco da franquia: Jurassic World. A trama é a seguinte: como o Jurassic Park deu errado, por que não pegamos o mesmo conceito, colocamos mais dinossauros, aprendemos a domá-los e, por fim, trazemos mais pessoas para o novo parque? O que poderia acontecer de errado, né? Conclusão: deu errado. Dinossauros romperam os sistemas de segurança e o caos geral tomou o parque, coube aos protagonistas arrumar os problemas.

Agora estamos em 2018 e acaba de ser lançado o novo Jurassic World: Reino Ameaçado. O que acontece na trama (e nossa opinião sobre o filme) vocês verão aqui!

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Uma segunda chance e seus dilemas

O grande chamariz do novo filme do Jurassic World está no dilema que ele apresenta, com um tema extremamente relevante e até mesmo ético-filosófico. Os dinossauros habitaram esse planeta por eras e foram extintos, o ser humano ("brincando de Deus" para usar a célebre frase do Dr. Malcolm, personagem chave da franquia) traz os animais de volta a vida; os animais foram abandonados na ilha em que surgiu o Jurassic World e ninguém mais voltou ao lugar, contudo o vulcão da ilha está prestes a entrar em erupção colocando todos os dinossauros de volta a extinção: devemos deixar a natureza seguir o seu curso e levá-los à extinção novamente, ou devemos pensar os dinossauros como qualquer outro animal de nossos dias (com o diferencial de receberem uma segunda chance) que merecem ser salvos desse mal?

Dr.  Ian Malcolm (interpretado pelo Jeff Goldblum desde Jurassic Park) volta a tona com sua célebre concepção da Teoria do Caos (também conhecida como 2ª Lei da Termodinâmica, no caso do filme, Malcolm defende que a existência de tais criaturas jurássicas pode ser danoso, porque a natureza sempre arruma um jeito de se libertar, "life finds a way". Do outro lado da moeda temos a cientista Claire (Bryce Dallas Howard) e Nick van Owen (Chris Pratt) procuram salvar os seres de outra extinção. Em meio a tudo isso vemos uma empresa querendo levar esses dinossauros para outro local que poderiam viver pacificamente entre eles, sem humanos, longe de tudo; a empresa por trás está aos cuidados do irmão do criador do Jurassic Park original.
Uma das minhas falas favoritas do Dr. Ian Malcolm!

O filme 

A estrutura do filme pega muitos elementos já consagrados da franquia: crianças, velinho que ama os dinossauros, um aventureiro, um personagem nerd medroso, momentos de pura tensão etc., então se você falar "Ei, já vi isso em outro filme!" não se espante caro leitor, a linha entre homenagem e cópia é muito tênue. Mas confesso que o filme é muito acertado, talvez o melhor depois do clássico.

O filme é mais "reduzido", o Ato I se passa na ilha, mas todo o resto do filme não, pelo contrário, se passa numa mansão, onde descobrimos os vilões, os planos e onde tem o confronto final. É no Ato II que o filme dá uma desacelerada, na transição do Ato I pro II há muita tensão, e no III temos a conclusão de tudo numa perseguição perturbadora.

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As definições de medo foram atualizadas

Pontos fracos e fortes

O ponto mais fraco talvez seja o vilão, penso que os fãs da franquia como eu já estão cansados de lidar com este tipo de vilão - não contarei por ser spoiler, mas é bem previsível pelo que falei aqui na recomendação mesmo. Mas diria ser esse o único ponto fraco, o resto do filme se sai muito bem, tanto pelos personagens carismáticos, inclusive aqueles que são introduzidos nesse filme, quanto pela trilha sonora e efeitos especiais.

O diferencial está no final do filme, sem dúvida foi extremamente bem feito e permite uma sequência que me deixou ansioso.

Conclusão

Filme muito divertido e gostoso de ver, cumpre muito bem o seu papel e é um respiro para uma franquia tão querida que completa  25 anos de vida com 5 filmes. Recomendadíssimo para os amantes da franquia e para quem quer curtir um pouco de aventura. Uso de 3D ajuda um pouco na experiência.
 
Nota: 4,25/5



Olá pessoal! Nas férias é muito bom ver filmes certo? Por isso trago a vocês um post sobre uma comédia brasileira incrível que eu adorei ve...

Os parças - Um casamento da 25 de março

Olá pessoal! Nas férias é muito bom ver filmes certo? Por isso trago a vocês um post sobre uma comédia brasileira incrível que eu adorei ver, Os parças!

A história começa mostrando a rua 25 de março em São Paulo, Romeu (Bruno de Luca) está indo para o seu trabalho em um empresa de casamento, enquanto isso Toinho (Tom Cavalcante) é locutor de uma loja de eletrônicos e Ray Van e Pilôra (Whindersson Nunes e Tirulipa) estão na rua fazendo jogos de aposta com as pessoas, claro, trapaceando. 
Por causa de uma confusão no meio da 25 de março, começa aquilo que os camelôs chamam de "o rapa" e nisso, todos que trabalham na região começam a correr pelas ruas, inclusive os quatro personagens citados acima. 
Nesse corre corre, Romeu entra no prédio de sua empresa e Ray Van, Toinho e Pilôra seguem ele. Lá, os quatro encontram Mário, dono da empresa de casamentos. Enquanto os cinco tentam entender o que está acontecendo, o policial Fábio Jr. aparece na empresa em busca dos golpistas. Mário diz que irá ajudá-los se estes prometerem ajudar na preparação do casamento e assim foi feito.

Depois que o policial foi embora, os agregados de Romeu perguntam para Mário quem é este cliente, que é ninguém mais ninguém menos que Vacário, rei da 25 de março e do contrabando, que fará uma visita à empesa em pouco tempo e na correria os cinco conseguem arrumar o lugar.
Quando Vacário chega, ele até gosta do lugar e quer que a empresa providencie tudo o que o casamento de sua filha Cíntia precisar, e deixa lá com eles uma mala de dinheiro para que estes possam gastar e fazer a melhor festa possível.

Após a ida de Vacário, Mário pega a maleta, dá um pouco do dinheiro para os quatro e decide ir embora, nisso ficam os quatro com um casamento nas mãos e pouco dinheiro também, mas mesmo assim eles resolvem se comprometer com tudo que dá pra comprar porque "se não tem na 25 de março não tem em lugar nenhum" e se comprometer até com o que não precisa comprar, como costureira (eles se transformam), despedida de solteiro e solteira, degustação de cardápio super bem bolada e saudável (ironia), aulas de dança para os noivos e tudo que um casamento de rico tem direito.



No dia do casamento, os quatro fazem de tudo para que a festa ocorra bem e claro que no meio disso descobertas e confusões aconteceriam.
Bem, para vocês saberem o que aconteceu com esse casamento assistam ao filme!

Opinião pessoal: muitas pessoas acabam criticando as comédias brasileiras por apresentarem um humor forçado ou pastelão (o que eu não acho 100% verdade, temos muitas comédias brasileiras boas, como Vai que dá certo, Minha mãe é uma peça, S.O.S mulheres ao mar, meu passado me condena, entre outros) e com Os parças não é diferente, o filme é bem contagiante, engraçado, fofo e bem divertido. Eu adorei assistir e espero que vocês gostem também!

É isso gente, espero que tenham gostado e até a próxima!

A franquia God of War tem um espaço reservado nos corações dos jogadores de PS2; passamos pela história de Kratos, o fantasma de Esparta, l...

God of War - Novos deuses, nova história

A franquia God of War tem um espaço reservado nos corações dos jogadores de PS2; passamos pela história de Kratos, o fantasma de Esparta, lutando em busca de vingança contra os deuses que o traíram. Na primeira trilogia vemos Kratos passar de exímio combatente do exército de Esparta, lutando contra seus inimigos com extrema fúria, atingindo seu posto de Deus da Guerra na luta contra Ares. Em God of War 2, Kratos, como de costume ao  longo da série, é traído pelos deuses, perdendo seu posto de Deus da Guerra logo no começo do jogo, onde o próprio Zeus decide matá-lo; contudo Kratos sai do próprio inferno de Hades e decide recontar a história, indo até as Irmãs do Destino e voltando no tempo, impedindo que Zeus o mate; a conclusão de tudo isso nos leva ao clímax da franquia: God of War III. Já no último episódio dessa trilogia vemos Kratos partindo direto ao Olimpo, tendo que enfrentar Poseidon, Hades, Hermes, Hera, Gaia, e claro, Zeus. Encerrado o game, Kratos concretiza sua vingança e decide partir para um novo mundo, esse novo mundo iremos explorar no recém-lançado God of War. 

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O tempo passou, Kratos já não é mais um guerreiro, está velho e aposentado, tem uma esposa e desse romance, um filho nasceu: Atreus. Mas nada na vida desse espartano é simples, então uma nova narrativa se faz ao longo da nossa jornada.

Enredo:

Kratos agora é pai, digo, novamente pai; sua ex-esposa e filha foram mortas por ele logo no primeiro jogo, o motivo para tanto foi uma armadilha causada por Ares, o deus da Guerra ao qual o Fantasma de Esparta ofereceu sua alma em busca de derrotar o exército bárbaro que destruía o exército comandado pelo espartano; carregado por esse tormento (e outros mais acumulados ao longo da série), Kratos precisa abraçar seus demônios, controlar seu temperamento explosivo para ajudar Atreus a se desenvolver enquanto pessoa e que agora perdeu sua mãe. O game começa com o crematório de Feya, esposa de Kratos e mãe de Atreus, guardada suas cinzas, pai e filho precisam levar o que restou de sua esposa até a montanha mais alta, atendendo um pedido de sua amada antes de sua partida; nesse meio tempo seremos apresentados a diversos personagens, amigos e inimigos, histórias, curiosidades e afins sobre o mundo da Mitologia Nórdica.

Casa nova e companhia:

O novo título não tem uma contagem, não é God of War IV, mas sim God of War, os desenvolvedores falaram que a razão por trás disso é que há uma nova história, um novo mundo a ser explorado e novos desafios, dando-nos a entender que nascerá uma nova trilogia (aliás, depois de zerar o game, reconheço que estou mais que ansioso para o próximo game). 

A nova morada de Kratos é o reino nórdico, o espartano se refugiou em uma terra bem distante, agora em Midgard, sob o olhar dos deuses nórdicos - Thor, Odin, Fenrir, Hela etc. Nesse novo território, Kratos contará com a ajuda de seu filho, Atreus, um rapaz que nunca foi muito próximo ao pai, mas que detém um vasto conhecimento sobre a cultura e a mitologia de sua terra, o que nos auxilia demais no jogo. Atreus tem domínio das flechas, podendo atrapalhar os inimigos, distraí-los, mas que pode também ser capturado por eles, fora isso o rapaz nos ajuda com tradução de runas, decifrando enigmas, apontando pontos de interesse e muito mais. (Falaremos disso nos próximos tópicos).

Novos inimigos também aparecem, embora algumas táticas para detê-los sejam semelhantes aos games anteriores. Aqui o Atreus tem um papel central; ao longo do game ele carrega um caderno de anotações, que nos permite analisar objetivos (afinal, estamos num mundo semi-aberto), contos da mitologia, personagens mitológicos e inimigos, assim, após algumas batalhas enfrentando os inimigos, podemos traçar seus movimentos e o rapaz fará anotações em seu caderno nos dando dicas para lidar com tais inimigos. 

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Jogabilidade:

Provavelmente um dos pontos mais controversos do novo game; quem jogou os jogos anteriores sabe que Kratos era uma máquina mortífera, uma sequência de "esmaga botões" insana; o game tomava o estilo Hack and slash,ou seja, uma penca de inimigos na tela, movimentos que destroem, literalmente falando, 7 deles ao mesmo tempo, golpes em área e muito dinâmicos (exemplo? Devil May Cry). O jogo novo não tem isso, a justificativa, penso eu, está justamente na idade do personagem, Kratos não consegue fazer tantas coisas pois está velho, o que faz com que a jogabilidade mude de tal forma que pareça um Darksouls da vida, onde temos diversos inimigos nos cercando, podendo focar em um ou manter nosso campo de visão aberto para atacar mais de um ao mesmo tempo (que eu recomendo muito aliás fazer assim); para lidar com tantos inimigos existe o Atreus que vai nos indicar onde devemos focar, nos dizendo "Cuidado com a esquerda!" ou "Saía daí!", e o jogo ainda conta com um sistema de seta que nos aponta onde estão os inimigos ao nosso redor e de qual direção vem os ataques.

Não só isso, o game tem outros méritos próprios, um deles é o mapa. O mapa em si já é grande, não nos limitando ao reino de Midgard, ou seja, passaremos por outros reinos ao longo do game, o que é excelente! Também existem missões secundárias, tesouros e muitos easter eggs que podemos caçar no jogo para nos auxiliar com a dificuldade - que, acreditem, é crescente, por isso invistam nos personagens! Esse mundo semi-aberto permite explorar diversos lugares e retornar a eles quando necessário (será necessário para resolver puzzles).

O jogo também acrescentou um sistema de XP. Podemos aprimorar não só o Kratos e o Atreus com suas habilidades, mas suas vestimentas que melhorarão atributos como FORÇA, RÚNICO, DEFESA, SORTE, VITALIDADE, RECARGA; é crucial para que não sofra tanto no jogo você aprimorar tais armaduras, armas e procurar melhorar mesmo os ataques rúnicos de cada um dos personagens, tanto o pai quanto o filho. 

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Aqui temos nosso novo companheiro pra matar criaturas: o Machado de Leviatã!

Considerações Finais:

O mundo do jogo é vasto, mas o que me marcou é o cenário, algo digno de tirar o fôlego, pois a diversidade de cores que temos no jogo é absurda. Em um  reino há apenas lava, em outro gelo puro, noutro luz e um cenário quase paradisíaco (não fossem os corpos mortos brutalmente que contrastam a calmaria da paisagem); essa identidade visual própria de cada reino é acompanhada de uma trilha sonora pra lá de emblemática, algo digno de nota, a música é arrepiante e permite nos sensibilizar para a história de Atreus e Kratos. 
Antes de mais nada, um ponto bem legal e importante para envolvimento com a história: sejam leigos com a mitologia nórdica, procurem estudá-la depois de zerar o jogo, pois um conhecido meu já sabia mais ou menos o final só pelo fato de conhecer a mitologia, penso que isso estraga um pouco o fator surpresa que o game pode oferecer. 

Por fim, não esperem boss battles épicos como os vistos no GoW III, ao menos não ainda, vale lembrar que é um novo início de franquia, e os boss em GoW I eram fracos perto dos boss no III. E penso que o sistema de gameplay também não permite algo semelhante ao confronto com o Poseidon no III. Levem isso em consideração.

Conclusão:

O jogo é primoroso e assume com facilidade o status de melhor exclusivo de PS4 até agora (amanhã teremos o lançamento de Detroit: Become Human, será que supera o nosso espartano favorito?!). Compra certa. NOta: 9.5/10


Olá pessoal! Hoje vou falar de uma animação muito gracinha e que fez bastante sucesso com os telespectadores, O Touro Ferdinando! A h...

O Touro Ferdinando - Flores ou touradas?

Olá pessoal! Hoje vou falar de uma animação muito gracinha e que fez bastante sucesso com os telespectadores, O Touro Ferdinando!

A história começa com os tourinhos crianças esperando seus pais para verem qual touro adulto vai para arena enfrentar um corajoso toureiro.
Dentre os adultos estão o pai de Ferdinando e o pai de Valente (um outro tourinho que sonha em ir para uma tourada e que vive zombando de Ferdinando).
Os tourinhos são: Ferdinando (que é o diferente, não sonha em ir para uma tourada e tem uma paixão indescritível por flores); Valente (o touro mais corajoso do lugar, sonha em ir para uma tourada e se mostrar o melhor touro de todos e é o "líder" dos quais zombam de Ferdinando); Magrela (que não é um dos touros mais bonitos que tem e é meio desajeitado) entre outros touros.
No dia da escolha do melhor touro, o pai de Ferdinando acaba sendo o escolhido e ele se vê sozinho no meio de touros diferentes deles, que são brigões, um tanto violentos e só pensam nas touradas.
Após algum tempo, o carro que levou o pai de Ferdinando embora, volta e isso dá esperança ao tourinho, mas quando abrem a caçamba, não tem nada lá. Ferdinando se vê sem rumo e acaba fugindo de seu "lar". No meio do caminho ele cai num barranco e de longe vê dois vultos, até que perde a consciência.
Quando acorda, ele se vê num lugar completamente diferente, cheio de flores, paz e uma nova amiga. Nesse lugar tudo é perfeito, ele vive sem se preocupar com as touradas, está com sua nova dona (que o ama muito), vive rodeado de flores e todos os anos vai em um festival em homenagem as mesmas, e nisso claro, os anos se passam e Ferdinando torna-se um touro grande, forte e até um pouco assustador.
No dia do festival de flores daquele ano, os donos de Ferdinando falam para ele não ir por causa do tamanho, mas o touro desobedece e acaba indo ao festival.
Quando ele chega lá, vê sua dona e decide ir em direção a ela, mas ele acaba se metendo em umas confusões no meio do caminho e isso acaba causando pânico nas pessoas presentes no festival. No meio dessas pessoas, estão dois funcionários de um homem que cuida de touros e os treinam para as futuras touradas que podem enfrentar, e ao verem Ferdinando, eles decidem levá-lo até seu patrão. Ferdinando tenta impedi-los mas não consegue e quando vê, está novamente "Na casa del touro", o lugar de onde havia fugido tinha tempos.
Lá novamente, ele reencontra os antigos "amigos", já crescidos e fortes como ele. Ele também conhece uma grande amiga, a Cabra, que o ajuda nas decisões que deve tomar, ou que ela acha que ele deve tomar.
No dia da chegada de Ferdinando em seu antigo lar, o melhor toureiro de Madrid chega no mesmo a procura do melhor touro para o seu último duelo.
Durante os poucos dias após a chegada e instalação do toureiro nessa fazenda (digamos assim), o toureiro fica a observar os touros para escolher o melhor e no último dia, por acidente, Ferdinando acaba sendo o escolhido.
Nessa mesma noite, Ferdinando pede ajuda par sua amiga Cabra e outros animais da fazenda para fugir dali, pois ele não deseja ir para a arena, mas o único caminho para ele ir embora sem ser visto é por dentro da casa do dono do lugar e mesmo assim, ele decide enfrentar isso.
Enquanto está andando pela casa, Ferdinando passa por um corredor e vê algo que nunca imaginou (sim, vou deixar vocês curiosos) e decide que irá levar todos os touros da fazenda consigo.
Depois que todos os touros são reunidos, eles entram na van do lugar e fogem, mas infelizmente os humanos de lá acabam vendo e vão atrás deles,  e isso gera uma perseguição hilária e emocionante.

Curiosidades: - a história do Touro Ferdinando não é de hoje. Esse filme é uma adaptação de um livro escrito em 1936, de Munro Leaf e ilustrações de Robert Lawson. Além disso, tem alguns curtas dessa versão antiga de "O Touro Ferdinando" no YouTube.
- Outra curiosidade, o diretor dessa animação maravilhosa é brasileiro! Que orgulho! O diretor é Carlos Saldanha, que além de diretor, é produtor, animador e dublador. Ele foi co-diretor de "A Era do Gelo" (2002) e "Robôs" (2005) e diretor de "A Era do Gelo 2 e 3" (2006 e 2009), "Rio e Rio 2".
-E a última curiosidade do post: Essa animação concorreu ao Oscar 2018 como melhor animação contra "Viva: a vida é uma festa " da Disney Pixar. Infelizmente, nossos tourinhos perderam para a animação concorrente . Mas não tem problema, porque esta ganhou no coração dos telespectadores!

Bem, se vocês querem saber o resultado da fuga de Ferdinando e seus amigos, assistam ao filme!
É isso, espero que tenham gostado e até a próxima!



Demoraram 10 anos. Foram 10 anos desde a criação do extenso Marvel Cinematic Universe (MCU para os íntimos), e, desde 2011, com o primeiro V...

Vingadores: Guerra Infinita - Opinião sincera

Demoraram 10 anos. Foram 10 anos desde a criação do extenso Marvel Cinematic Universe (MCU para os íntimos), e, desde 2011, com o primeiro Vingadores, temos leves citações aqui e ali do grande Thanos, o Titã Louco. Após todos esses anos de espera, valeu a pena? A resposta, ao menos de minha parte é: sim, valeu a pena. Hoje comentarei com muita satisfação sobre esse filme, não como alguém completamente empolgado - e explicarei isso no final do post, onde colocarei uma sessão de spoilers, porque existe muito a ser comentado, ok? Leia a secção quem quiser e puder. Vamos para o post!

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Vingadores: Guerra Infinita - sem spoilers

É um bom filme sim! Nessa parte parte do post eu farei um esforço de, sem spoilers, contar minha experiência com o filme, seus pontos altos e baixos.

O filme, personagens e coesão

O filme é, definitivamente, uma porradaria sem igual; durante duas horas e meia somos expostos a diversas cenas de ação, o filme não enrola nesse ponto, tanto é que antes de aparecer o logo do filme você já vê o Thanos em ação, e naquele momento soltamos um "eita" bem grande, os momentos de desenvolvimento da trama são aqueles que se referem ao Thanos.

Como todos os demais personagens foram desenvolvidos nesses anos, ora em filmes próprios, ora em aparições pontuais - como o Clint Barton (Gavião Arqueiro) em Thor: Deus do Trovão - o filme foca toda sua atenção para um ponto: o vilão; é nesse momento que vemos um vilão digno de causar terror nos Vingadores; Loki, Ultron, Hydra, Mandarim, Hela.. Nada é igual ao Thanos. Essa sacada de focar no vilão foi brilhante, pois assim o público se identifica com ele, compreende seus ideais e podemos, em certos momentos, torcer pelo vilão, o que demonstra o excelente trabalho do ator Josh Brolin que, mesmo sob toneladas de computação gráfica, ainda passa muito bem a expressão do vilão, o que ele sente, daí uma captura de movimentos admirável. 

Fora dessa contextualização, apresentação e identificação do Thanos, existem as cenas de luta. A coreografia do filme está ótima, vemos a identidade de cada personagem, de cada grupo, em suas falas e suas ações; quando vemos o Drax agir, sentimos um Drax que nos foi mostrado lá em Guardiões da Galaxia, não alguém que foi lançado no novo filme, existe uma coesão grande em todo o MCU, ou seja, outro ponto forte. Toda a forma como os núcleos narrativos se conectam é extremamente orgânica, desde a queda do Hulk no Sanctorum do Dr. Estranho até o Thor encontrando com os Guardiões (isso já estava nos trailers, sem reclamações!).

O ponto mais fraco talvez seja o tempo de tela de alguns personagens e o mau-uso de alguns. Compreensivo, afinal trata-se de mais de 20 personagens, ainda que tenham muitos secundários, é muita gente para administrar e estar muito presente ao longo do filme. Portanto, o menor dos defeitos. Outro ponto que alguém pode reclamar é do típico "humor Marvel", nesse quesito eu achei o humor na medida certa; Peter Parker, Starlord, Drax fazem o humor florescer em momentos-chave que, ao menos para mim, não atrapalham e não nos "distancia" do filme. Aliás, essas piadas e interações entre personagens são incríveis! Ver um adolescente nerd do Queens (ele mesmo, Spiderman) conversando com um adolescente num corpo de adulto que viveu nos anos 70/80 na Terra (a saber, Starlord) gera momentos incríveis de comédia, um choque de gerações literal.

Veredicto e mais alguns detalhes:

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Um ponto a ser reparado, e isso só fui perceber de fato ao ver comentários de youtubers, é o figurino dos personagens. A Marvel parece que usou esses 10 anos de cinema como um aulão incrível de caracterização e de efeitos especiais, que estão sem iguais! Num filme desses, com uma penca de ator, muitas explosões e afins, uma produção dessas é exemplar. Vale notar também os sons e músicas tema de cada grupo, novamente caindo na questão da identidade, por exemplo quando ouvimos músicas dos anos 80 já sabemos que os Guardiões vão aparecer. 
Levando tudo isso em conta é óbvio que o filme vale a pena. Procure assistir legendado, existem piadas ótimas que, penso, só entenderemos em inglês; se possível, um 3D deve deixar tudo melhor - lembrando que o filme foi rodado em IMAX, quem tiver a sorte de assistir com esse recurso, diga como foi a experiência, eu só vi legendado mesmo [risos]. Leve as amizades e amores, sente na poltrona e se divirta, o filme é extenso então procure assistir descansado! Uma ótima sessão!

Agora...

...SPOILERS!

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Daqui em diante usaremos spoilers para comentar sobre alguns pontos do filme, afinal quem já viu sabe que é possível ficar horas comentando sobre o assunto. Vocês foram avisados!

Ok, existem cenas de nos tirar o folego, certo? Certo. Mas para não fazer do post uma bíblia elogiando o filme, vamos direto aos pontos centrais do filme que podemos interagir nos comentários do blogger.

- Caveira Vermelha

Na hora que o personagem foi apresentado no filme eu tomei um susto e realmente fiquei confuso, minha memória não permitiu minha lembrança da cena dele sumindo em Capitão América: Primeiro Vingador, contudo existe a internet e logo que saí da sessão do cinema fui atrás de explicação. Opinião minha: a volta do personagem foi incrível! Ele não poderia aparecer em melhor hora e nem com melhor papel - o de guia para aqueles que desejam possuir a Joia da Alma. 

-Mortes de personagens

Morreu gente a rodo no filme! Embora saibamos que muitos retornarão, espero, de verdade, que mortes como as do Hemdall, Loki sejam definitivas. Os contratos da Marvel com os atores Chris Evans e Robert Downey Jr. só valem para mais um filme, então espero que em Vingadores 4, Homem de Ferro e Capitão América realmente morram - aliás, a cena que Stark beira a morte contra o Thanos era o momento ideal, que só não foi concretizado por causa do (supremo) mago Doutor Estranho.

-Futuro

Penso que esse filme vai redefinir as bases dos filmes de heróis no cinema ao longo dos próximos 5 anos (talvez mais!). É a primeira vez que saí de uma sessão, com filme da MARVEL, em choque, triste e até meio sem fala. Os heróis foram derrotados, Thanos ganhou, o que fazer? Teremos que esperar, mas gostaria que algumas mortes não fossem em vão, que a Marvel tenha mais culhões em deixar alguns personagens mortos mesmo. 

Sabemos que os filmes da Capitã Marvel se passarão nos anos 90, e, artes conceituais revelam que, os Skrulls estarão envolvidos, muito provavelmente contra os Kree, ou seja, Guerra Kree-Skrull, uma mega saga pra lá de importante dos quadrinhos, deve ser adaptada. Como será isso só o tempo dirá. E o mais importante: como Carol Danvers, a Capitã Marvel, vai ser convocada pelo Nick Fury (dados os pós-créditos de Avengers 3).

Existe muito assunto para se comentar, portanto me ajudem nessa, caros leitores! Digam o que acharam do filme, teorias, expectativas e tudo mais para trocarmos experiência! Até mais!

Já faz um tempo que vi o filme, acho até que seria um tanto injusto comentar sobre ele, contudo, apesar das falhas da memória eu optei por e...

Trama Fantasma (The Phantom Thread)

Já faz um tempo que vi o filme, acho até que seria um tanto injusto comentar sobre ele, contudo, apesar das falhas da memória eu optei por escrever esse texto. Existe, e é verdade, muita filosofia nas artes, e hoje trago um exemplo desses à vocês.

Phantom Thread é um filme e tanto! Foi indicado ao Oscar de 2018 merecidamente, ganhou na categoria de Melhor Figurino (não me surpreende dada a trama do filme que já falaremos sobre). Agora vou passar a ficha técnica para vocês.

Diretor e roteirista: Paul Thomas Anderson;
Elenco: Daniel Day-Lewis, Vicky Krieps, Lesley Manville

Phantom Thread (2017)

Trama:

A enredo do filme é sobre um estilista famoso, Reynalds Woodcock - interpretado brilhantemente pelo Daniel Day-Lewis! -, um dos maiores nomes no ramo de toda a Europa e talvez do mundo! Reynalds é um sujeito super dedicado ao trabalho, mora com sua irmã Cyrill (Lesley Manville), conta com uma vasta equipe de funcionárias que o ajudam na confecção dos vestidos, que, não raramente, são usados por famosas, rainhas e princesas. Porém o tão dedicado estilista sofre de um mal: não há uma mulher que aguente conviver com ele! Sua rotina de trabalho, seu jeito metódico e sua personalidade muda drasticamente quando está sob pressão, e isso não é incomum. Então, após um término de relacionamento, Reynalds parte para um restaurante e fica maravilhado com uma garçonete, seu nome é Alma; o estilista, já reconhecido pela jovem, leva-a para uma antiga casa, decide usá-la de molde para seus vestidos e todos ficam lindos nela. Reynalds encontrara a modelo ideal. A presença da jovem, por sua vez, traz uma série de confusões e sentimentos estranhos para o estilista. 

Essa é a trama. Simples e bem clara pelo título do filme, contudo ela consegue ser bem mais profunda, tanto é que estamos falando de um drama, não romance, nem suspense. Acho melhor evitar qualquer spoiler sobre o filme para não estragar a surpresa daqueles que assistirão. Falarei agora sobre minha experiência com o filme.

Diretor

Minha história parte do diretor: Paul Thomas Anderson. Nunca vi um filme dele sequer, e sei que ele é um diretor consagrado tanto pelo "Sangue Negro" quanto por "Magnólia". Decidi começar, mas não sabia por onde, afinal não tenho muito conhecimento sobre tecnologia para sair baixando filmes por aí (e digamos que meu computador não ajuda); golpe de sorte do destino foi ter me dado um filme fresquinho dele e de ótima qualidade. Em outras palavras, meu interesse no filme se deu pelo diretor - mas não pensem que isso mina o caráter crítico!

O filme:

O filme é muito bom, ele te prende, tem uma história envolvente, os atores estão excelentes, e existe um interesse real para entender a parte "fantasmagórica" do título do filme; o ponto fraco é a duração. Realmente, é necessário um tempo do filme dedicado ao desenvolvimento dos personagens em pequenos gestos - e isso ocorre bastante no filme, não sei se é um traço autoral do diretor, quem souber pode comentar nesse post -; mas existem momentos que eu realmente quase dormi, de cansar a vista mesmo, esse foi, provavelmente, o único defeito do filme para mim.

Trilha sonora, elenco, figurino... Porém existe um ponto que me impressionou: a fotografia. Não sei bem se é coisa da minha mente, se a câmera usada nas gravações é velha ou se é uma edição de vídeo, mas quando reparei na fotografia do filme eu me apaixonei. O filme se passa em algum momento da Guerra Fria (isso é revelado no 2º ou 3º ato, antecipo a informação por achar necessário), existe uma moda de uma época dos anos 50/60, é perceptível, inclusive pelos "valores" daquele tempo; o diretor consegue te colocar muito bem naquele espaço de tempo, realmente você entra no clima, no "espírito do tempo", o diferencial para mim está na câmera: ela parece sofrer um efeito de desfocada, um desfoque causado pelo tempo, pela velhice mesmo, uma máquina antiga, contudo, ao mesmo tempo, ela mostra com muitos detalhes as feições dos atores, algo que só uma câmera de boa qualidade e, penso eu, recente, poderia trazer. Isso me fascinou ao ver o filme.

Um ponto central também é o tal do clima "fantasmagórico", existe um "espectro" que ronda a história do filme; só entenderemos ele ao final da trama: já antecipo que é bastante reflexivo.

Daniel Day-Lewis and Vicky Krieps in Phantom Thread (2017)

Conclusão:

Vá assistir o filme. Vá assistir o filme com paciência. Se questione ao final do filme, você precisa fazer isso para entender a complexidade da trama. Admire o som, a imagem, os diálogos, os pequenos gestos. Tenha um ótimo filme.

Olá pessoal! Faz tempo que não escrevo, mas hoje tem post fresquinho para vocês sobre uma obra literária modernista (2ª fase) escrita por G...

Vidas secas - A realidade do Nordeste brasileiro

Olá pessoal! Faz tempo que não escrevo, mas hoje tem post fresquinho para vocês sobre uma obra literária modernista (2ª fase) escrita por Graciliano Ramos, Vidas secas.

A história fala sobre uma família de sertanejos que sai de casa por causa de uma rigorosa seca que atinge a região nordestina na qual a família morava. Eles (Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho e o menino mais novo e a cachorra Baleia) caminham por dias nas terras secas do sertão, sol a sol, até acharem uma fazenda abandonada. Como eles não estavam em condições de seguir viagem, a família decide se instalar na fazenda para sobreviver.
Pouco tempo depois de já estarem instalados na casa, a chuva surge no sertão e o então dono da fazenda reaparece e, para que Fabiano e a família não sejam expulsos do lugar, o vaqueiro se oferece para trabalhar nas terras onde havia se abrigado, assim, o dono da fazenda acaba por contratar Fabiano para ser seu funcionário.
Depois que a família tem um novo lar e Fabiano um emprego, acontecem muitos eventos (que são retratados nos diferentes capítulos). Os primeiros descrevem os membros da família individualmente e logo após, cada situação que esses sertanejos tiveram que passar, como o inverno, a festa de natal, o dia em que Fabiano fora preso, e assim vai.
Podemos perceber que a família passa por alegrias temporárias, pois mesmo com o novo lar e um pouco de dinheiro, as contas do patrão não estão batendo (provavelmente por causa dos juros), o sonho de Sinhá Vitória de dormir em uma cama de verdade (e não de varas), entre outros conflitos.
A obra além de mostrar a vida dessa família, mostra também o quão difícil é viver no sertão brasileiro (daquela época e no sertão atual também), além da seca, as injustiças que ocorriam no lugar, principalmente com as famílias humildes parecidas com a de Fabiano 

Contexto histórico: o livro é publicado em 1938. No Brasil havia a turbulência da ditadura Vargas, enquanto a Europa vivia tensões políticas, que no ano seguinte (1939) resultaram na Segunda Grande Guerra.

Narração:o narrador está em terceira pessoa; descreve detalhadamente as personagens, os pensamentos destas, as ações e o ambiente a ser retratado; tem um discurso indireto livre, no qual as falas das personagens misturam-se com a narração do livro. Esse modo de narração foi a solução para que a voz de muitos sertanejos fossem ouvidas; podemos descrever o narrador da obra como narrador onisciente.

Personagens:
Fabiano: homem teimoso, que fora transformado pelo meio em que sempre viveu. Um tanto rabugento, rude e ignorante, não foi à escola, é um homem simples que as vezes bebe além da conta e se mete em algumas confusões. As vezes se vê como um bicho, as vezes se vê como um homem.

Sinhá Vitória: esposa de Fabiano e mãe de dois meninos. É batalhadora e não se conforma na miséria em que ela e a família vivem. Tem cabeça boa (como diz Fabiano durante o livro), é esperta, sabe fazer contas e com isso ajuda o marido a se safar de algumas enrascadas.

Meninos: o mais novo idolatra a figura do pai, quer ser igual a ele, vaquejar, ser bravo e forte igual, está muito ligado a terra em que vive. Já o menino mais velho não tem esse interesse pela vida de vaqueiro e deseja um dia deixar o sertão e viver dignamente, sempre quer aprender coisas novas (principalmente as palavras) e sua mãe ajuda-o de vez em quando com essa tarefa. Além disso, o menino mais velho é muito próximo da cadela Baleia.

Baleia: cadelinha que é vista como um membro da família, está sempre a acompanhar seus donos e os ajuda em que precisar. Ela age, sonha e pensa como gente. No livro, tem um capítulo só para essa especial personagem de quatro patas.

Patrão de Fabiano: um homem trapaceiro que faz de tudo para arrancar o máximo de dinheiro possível de Fabiano (no qual ele explora).

Soldado Amarelo: funcionário do governo, militar, que em determinado capítulo convida Fabiano para jogar e acaba prendendo o vaqueiro. Mas que em outra parte do livro, acaba não sendo tão corajoso quanto aparenta ser.

Bem, se vocês meus caros leitores querem saber as "aventuras" no qual essa família passa e o destino de cada um deles, leiam ao livro! (Tenho certeza que irão gostar, além disso, a leitura é rápida e fácil).
É isso gente, espero que tenham gostado e até a próxima!


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